Com distribuição da H2O, Um Tio Quase Perfeito 3 é a mais nova comédia nacional do circuito. Já em cartaz nos cinemas, a obra, dirigida por Pedro Antonio, dá sequência à saga estrelada por Marcus Majella – que também conta como filmes lançado em 2017 e 2021 – na qual ele encarna o atrapalhado tio Tony. Desta vez, o personagem sente falta dos sobrinhos, que estão cada vez mais independentes e fazendo planos para as férias que não o envolvem. Ele segue como professor de teatro na escola, mas uma nova criança chega para bagunçar a rotina: a bebê Alice, que é deixada na porta de sua casa.
E para falar mais sobre o longa, o Papo de Cinema conversou com Marcus e Pedro. A seguir, fique com um trecho em texto e, em seguida, com o bate-papo, na íntegra, em vídeo:
UM TIO QUASE PERFEITO 3 :: ENTREVISTA COM O ATOR MARCUS MAJELLA E O DIRETOR PEDRO ANTONIO
Para Majella, o terceiro filme recupera uma característica importante de Tony: a dificuldade de lidar com os desafios de cuidar de uma criança. “No primeiro filme, ele cuida de três crianças sem a menor experiência nisso. E agora, no terceiro filme, uma bebê entra na jogada. Então, acho que volta aquele tio atrapalhado também com aquela situação, sem saber como resolver. Volta aquela brincadeira”.

O desafio, desta vez, também esteve presente nos bastidores. Segundo o ator, a equipe trabalhou majoritariamente com um bebê de verdade, o que tornou as filmagens divertidas, mas também imprevisíveis. “Agora eu tenho 35 quilos a menos, mais disposição. Consigo cuidar mais de uma criança. Foi muito legal, muito divertido, mas também foi desesperador, porque é uma criança de verdade. A gente não estava com um boneco ali. Apesar de ter um bebê reborn quietinho para cenas de emergência, fizemos 90% do filme com uma criança de verdade. Então, o desafio já estava ali, todos os dias com a gente”.
Pedro, que dirigiu os três longas, admite que nunca imaginou completar uma trilogia quando começou a trabalhar com cinema. Para ele, a continuidade permitiu desenvolver um arco narrativo mais amplo, acompanhando as mudanças de Tony ao longo dos anos. “Quando comecei a fazer cinema, não era uma coisa que eu imaginava. E essa trilogia talvez tenha me dado a chance de construir um arco maior de personagem: começar com uma pessoa completamente sem responsabilidade, trambiqueira, e terminar com uma pessoa criando uma família, estando junto com uma família”.
O diretor ressalta que essa trajetória foi construída coletivamente, com profissionais que acompanharam a franquia desde o primeiro filme. “A roteirista está comigo desde o primeiro. A produtora está comigo desde o primeiro. A estrutura também está pensando a trilogia desde o primeiro. Acho que uma trilogia se justifica quando você tem coisa para contar, quando tem história para contar”.
Gostou do conteúdo? Então, fique ligado no Papo de Cinema para saber tudo, e mais um pouco, sobre o que acontece no mundo do cinema, da TV, dos festivais, das premiações e muito mais! Também recomendamos que siga nossos perfis oficiais nas redes sociais, a fim de ampliar ainda mais a sua conexão com o mundo do entretenimento. Links abaixo:
PAPO NAS REDES
Tik Tok | Instagram | Facebook
Letterboxd | Threads | BlueSky | Canal WhatsApp
A todo momento tem conteúdo novo chegando e você não pode ficar de fora. Então, nos siga e ative todas as notificações!
Últimos artigos deVictor Hugo Furtado (Ver Tudo)
- Um Tio Quase Perfeito 3 :: “Nossa ideia era fechar o ciclo do tio Tony”. Confira nossa entrevista com Marcus Majella e Pedro Antonio - 16 de outubro de 2026
- Maria Vitória :: “Muitas vezes confundimos amor com posse”. Confira nossa entrevista com Mário Patrocínio e Mariana Cardoso - 14 de outubro de 2026
- Maria Vitória - 9 de outubro de 2026

Deixe um comentário