Karen Akerman construiu sua trajetória no audiovisual brasileiro a partir da montagem, área em que se consolidou como um dos principais nomes de sua geração. Estreou na função com Gaijin: Ama-me Como Sou (2005) e iniciou seu percurso na direção com o curta Incêndio (2011), em parceria com Miguel Seabra Lopes. Ao longo dos anos, como sócia da produtora Pela Madrugada, ampliou sua atuação entre cinema, séries e projetos independentes.
Como montadora, esteve à frente de títulos de destaque no cinema brasileiro recente, como O Lobo Atrás da Porta (2013), A Febre (2019), Mulher Oceano (2020) e Tia Virgínia (2023). Seu trabalho já foi reconhecido em festivais e premiações, como o Prêmio Grande Otelo, no qual garantiu múltiplas indicações e também vitórias.
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