Em Honestino, a trajetória de Guimarães é reconstruída por meio da combinação entre documentário e drama. Líder estudantil da geração de 1968, presidente da UNE e aluno da UnB, ele foi preso diversas vezes por sua militância e sequestrado em 1973, aos 26 anos, tornando-se um dos desaparecidos da ditadura militar. Cartas, poemas, imagens de arquivo e depoimentos ajudam a revisitar sua história.
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