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O César 2026 consagrou seus vencedores na noite dessa quinta-feira, 26, em cerimônia realizada no Olympia, em Paris, na França, consolidando O Apego como o grande destaque da 51ª edição do chamado “Oscar francês”. O Brasil, representado por O Agente Secreto, no entanto, saiu sem troféus. Quais foram os principais vencedores? Siga o fio e saiba mais!

CÉSAR 2026

A CERIMÔNIA

A 51ª edição do César reuniu nomes importantes do cinema europeu. A cerimônia teve presidência da atriz Camille Cottin e condução de Benjamin Lavernhe, combinando momentos solenes e passagens mais descontraídas.

O evento também prestou homenagem a Brigitte Bardot, ícone histórico do cinema francês, e entregou o César de Honra a Jim Carrey pelo conjunto de sua carreira, ampliando o alcance internacional da noite.

O PRÊMIO E SUA RELEVÂNCIA

Criado em 1976 pela Académie des Arts et Techniques du Cinéma, o Prêmio César se consolidou como a principal distinção do cinema francófono e uma das mais relevantes da Europa. Batizado em homenagem ao escultor César Baldaccini, o troféu nasceu com a missão de valorizar a produção nacional, mas ao longo das décadas passou a dialogar com o circuito internacional.

Embora mantenha identidade própria, o César frequentemente funciona como termômetro para o mercado europeu e, em alguns casos, dialoga com tendências vistas no Oscar.

LISTA DE VENCEDORES

  • MELHOR FILME: O Apego, de Carine Tardieu
  • MELHOR DIREÇÃO: Richard Linklater, por Nouvelle Vague
  • MELHOR ATRIZ: Léa Drucker, por Dossiê 137
  • MELHOR ATOR: Laurent Lafitte, por A Mulher Mais Rica do Mundo
  • MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Vimala Pons, por O Apego
  • MELHOR ATOR COADJUVANTE: Pierre Lottin, por O Estranho
  • REVELAÇÃO FEMININA: Nadia Melliti, por A Irmãzinha
  • REVELAÇÃO MASCULINA: Théodore Pellerin, por Nino
  • MELHOR ROTEIRO ORIGINAL: Um Urso nos Jura
  • MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: O Apego
  • MELHOR TRILHA SONORA: Arco
  • MELHOR SOM: O Canto das Florestas
  • MELHOR FOTOGRAFIA: Nouvelle Vague
  • MELHOR MONTAGEM: Nouvelle Vague
  • MELHOR FIGURINO: Nouvelle Vague
  • MELHOR DIREÇÃO DE ARTE: O Grande Arco, de Catherine Cosme
  • MELHORES EFEITOS VISUAIS: O Grande Arco
  • MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO: Arco, de Ugo Bienvenu
  • MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO: Menina da Água, de Sandra Desmazières
  • MELHOR DOCUMENTÁRIO: O Canto das Florestas, de Vincent Munier
  • MELHOR CURTA DOCUMENTÁRIO: No Banho das Damas, de Margaux Fournier
  • MELHOR CURTA DE FICÇÃO: Morte de um Ator, de Ambroise Rateau
  • MELHOR PRIMEIRO FILME: Nino, de Pauline Loquès
  • MELHOR FILME ESTRANGEIRO: Uma Batalha Após Outra, de Paul Thomas Anderson
  • CÉSAR DE HONRA: Jim Carrey

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