20260513 o aroma da pitanga papo de cinema 800

As filmagens de O Aroma da Pitanga, novo longa do cineasta argentino Lisandro Alonso, chegaram ao fim no Tocantins. Rodado em Palmas e protagonizado por Wagner Moura, o projeto é inspirado em um premiado longa iraniano. A aposta é assinada pela produtora brasileira Bananeira Filmes. O longa entra agora em fase de pós-produção. Siga o fio e saiba mais!

O AROMA DA PITANGA

TRAMA E PROPOSTA

Inspirado em Gosto de Cereja (1997), O Aroma da Pitanga acompanha um homem de cinquenta anos que atravessa periferias e zonas industriais em sua caminhonete enquanto tenta encontrar alguém disposto a ajudá-lo em um plano definitivo. Ao longo da jornada, o personagem aborda trabalhadores e desconhecidos oferecendo dinheiro em troca de uma tarefa bastante específica, conduzindo encontros marcados por silêncio, deslocamento e reflexões sobre vida e morte.

No original de Abbas Kiarostami, um homem percorria as ruas de Teerã em busca de alguém que aceitasse enterrá-lo após seu suicídio. O filme iraniano se tornou um dos grandes marcos do cinema contemporâneo ao transformar um percurso aparentemente simples em uma profunda meditação existencial. 

Lisandro e Wagner no set de O Aroma da Pitanga. FOTO: Daniel Eduardo
Lisandro e Wagner no set de O Aroma da Pitanga. FOTO: Daniel Eduardo

ELENCO E PRODUÇÃO

Wagner Moura lidera o elenco do projeto interpretando o protagonista dessa travessia solitária. O filme reúne ainda Gérman da Silva, Adanilo, Isabela Catão e Adirley Queirós. Nos bastidores, Lula Carvalho assina a direção de fotografia. A produção é de Vânia Catani, em coprodução com Cunhã Porã e Paris Entretenimento. A distribuição nacional ficará a cargo da Paris Filmes.

LISANDRO E KIAROSTAMI

Responsável pelo projeto, Alonso é um dos principais nomes do cinema autoral argentino contemporâneo. O diretor construiu carreira marcada por narrativas contemplativas e personagens isolados em obras como A Liberdade (2001), Os Mortos (2004), Liverpool (2008) e Jauja (2014), filme estrelado por Viggo Mortensen.

Gosto de Cereja permanece como uma das obras mais celebradas de Kiarostami. Exibido em Cannes em 1997, o longa conquistou a Palma de Ouro e foi mais um tijolo na construção da carreira do cineasta iraniano que é tido como um dos grandes autores do cinema mundial. 

Gosto de Cereja (1997)
Gosto de Cereja (1997)

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