Em A Cronologia da Água, Lidia, uma jovem marcada por abusos sofridos na infância e adolescência, encontra na natação um primeiro refúgio para suportar a dor. Quando o sonho esportivo se rompe, ela mergulha em um percurso de autossabotagem e excessos. É na escrita, porém, que Lidia descobre uma forma de reconstruir a própria identidade, transformando trauma em linguagem e sobrevivência em possibilidade de existir. Biografia.
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