Em 1968, o diretor Franklin J. Schaffner e o astro Charlton Heston deram início a uma das franquias mais bem sucedidas da história do cinema com o original O Planeta dos Macacos, sobre um astronauta que caía em um lugar desconhecido, habitado por símios inteligentes e humanos bestializados, apenas para, no final, se dar conta de que estava na Terra o tempo todo. O sucesso foi tão grande que gerou quatro continuações, além de uma releitura não muito feliz comandada por Tim Burton em 2001. Pois outra década se passou, e em 2011 chegou às telas Planeta dos Macacos: A Origem, filme que se propunha dar início a uma nova saga que, junto com Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) e esse Planeta dos Macacos: A Guerra, enfim explicasse como o lugar onde vivemos pode ter se transformado naquele encontrado por Heston no futuro. O novo filme, recém lançado nos cinemas, foi recebido com entusiasmo em sua estreia, ficando em primeiro lugar nas bilheterias norte-americanas com mais de US$ 56,2 milhões de faturamento no fim de semana de lançamento – sinal da grande expectativa gerada pelos capítulos anteriores. A queda, da primeira para a segunda semana em cartaz, no entanto, foi de mais de 60%, indicando que o boca-a-boca não foi tão entusiasmado como se imaginava, resultando no título de menor faturamento desta nova trilogia, tanto nos EUA quanto no mundo todo. Por outro lado, no site Rotten Tomatoes, que compila resenhas de jornalistas e críticos especialistas, a avaliação média é de 93%, superior à nota alcançada por qualquer um dos títulos anteriores. E você, o que achou? Entre mortos e feridos, confira dois pontos de vista – um A Favor, outro Contra – sobre o longa comandado por Matt Reeves. Para tanto, basta clicar nas setas acima, e que vença o melhor!

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