Com distribuição da Panda Filmes, o terror brasileiro Edifício Bonfim estreia no dia 07 de maio. Rodado na cidade de Florianópolis, este é o primeiro longa dirigido por Ligia Walper para o circuito comercial. Na tela, três histórias – Criatura, Trilha da Costa e Formando – se entrelaçam a partir de um mesmo espaço: o edifício que dá nome ao filme.
A trama se constrói a partir da circulação de personagens entre esses núcleos, criando uma unidade dramática que mistura terror, suspense e até nuances de humor. Após uma reunião de condomínio, moradores passam a se envolver em episódios cada vez mais violentos e inexplicáveis, com ataques e mortes que transformam o cotidiano em um ambiente de ameaça constante.
Nos bastidores, o projeto reúne a equipe da Walper Ruas Produções. Tomás Walper Ruas assina codireção e montagem, enquanto Tabajara Ruas participa como roteirista e produtor. O roteiro é desenvolvido por Duda Falcão, Cesar Alcázar e Christopher Kastensmidt.

E para falar mais sobre a aposta, o Papo de Cinema conversou, remotamente, com Ligia. A seguir, fique com um trecho em texto e, em seguida, com o bate-papo, na íntegra, em vídeo:
ENTREVISTA :: LIGIA WALPER, DIRETORA DE EDIFÍCIO BONFIM
Ao comentar o processo de construção, Ligia destacou a importância dos ensaios para definir o tom do filme. “Eu acho que um dos trabalhos mais importantes para o resultado foi o processo de ensaios. A gente ensaiou muito, muito, muito para conseguir chegar no tom que queria. Como são três personagens diferentes, a gente buscou dar um tom diferente para cada uma das histórias”.
Ao falar sobre a estrutura narrativa, ela comentou a proposta de um terror mais leve, guiado pelo jogo entre personagens e pelo cotidiano aparentemente comum. “Eu acho que é um filme divertido, sabe? Ele é um filme que a gente pode ver leve, ele não tem essa pretensão dos terrores mais americanos. Não tem aquela coisa de sangue espalhado por todo lado, picadinho de gente. As histórias têm um crescendo, os três personagens desenvolvem trajetórias próprias, e a interação deles se dá justamente porque vivem no mesmo prédio”.

Mais do que o susto, o filme aposta na provocação sobre o convívio urbano e o desconhecido que habita o cotidiano. “A gente nunca sabe quem mora no apartamento do lado, o que faz, que vida tem – ou que vida dupla tem”, diz. E conclui: “De perto, ninguém é normal”.
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