Mais de uma década após marcar presença na corrida ao Oscar, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014) segue reverberando dentro e fora do cinema brasileiro, encontrando caminhos de expansão. No centro desse movimento está Daniel Ribeiro, que, segundo revelado em nota à imprensa, “atravessa um momento especialmente fértil” ao revisitar seu filme mais celebrado enquanto apresenta um novo capítulo de sua filmografia. Mas o que está por trás dessa retomada – e o que ela revela sobre sua trajetória? Siga o fio e saiba mais!
HOJE EU QUERO VOLTAR SOZINHO E SUA EXPANSÃO
A principal novidade envolve a adaptação de Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014) para os quadrinhos. O projeto será publicado em maio pelo selo Seguinte, do Grupo Companhia das Letras, com roteiro do próprio Ribeiro e ilustrações de Bruno Freire.
A proposta não é apenas revisitar a história original, mas expandi-la. Segundo o diretor, o formato “permite explorar novas camadas da relação entre os personagens Leo e Gabriel, agora sem as limitações do tempo narrativo do cinema”.

NOVO FILME E FECHAMENTO DE TRILOGIA
Paralelamente, Ribeiro prepara o lançamento de Eu Vou Ter Saudades de Você (2026), longa que encerra uma trilogia iniciada com Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014) e seguida por 13 Sentimentos (2024).
A nova obra acompanha um casal transgênero em crise após sete anos de relacionamento, quando a decisão de morar junto desencadeia tensões acumuladas. Protagonizado por Alice Marcone e Gabriel Lodi – e com elenco inteiramente composto por pessoas trans – o filme amplia o escopo temático do diretor ao abordar identidade, afeto e transformação sob uma perspectiva contemporânea.
O projeto terá estreia internacional no BFI Flare: London LGBTQIA+ Film Festival, com sessões nos dias 27 e 28 de março, antes de seguir para o Festival Internacional de Cine en Guadalajara, no México.
TRILOGIA SOBRE RELAÇÕES
Embora produzidos fora de ordem cronológica, os três filmes formam, segundo o próprio cineasta, “um ciclo completo das relações humanas”. Do primeiro amor à crise de um vínculo duradouro, a trilogia propõe um olhar contínuo sobre o amadurecimento afetivo.
“Os relacionamentos raramente seguem uma lógica”, afirma Ribeiro ao comentar o processo. A declaração ajuda a entender não apenas a estrutura fragmentada do projeto, mas também sua coerência temática – marcada por personagens em constante transformação.

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