O documentário O Ano em Que o Frevo Não Foi Pra Rua, dirigido por Bruno Mazzoco e Mariana Soares, inicia seu circuito de sessões especiais pelo Brasil. Após uma primeira sessão realizada na última quarta-feira, 15, no Rio de Janeiro, a produção, que revisita o impacto da pandemia de Covid-19 sobre o Carnaval de Recife e Olinda, segue agora para novas exibições em outras capitais antes de chegar oficialmente aos cinemas de todo o país em 23 de abril. Siga o fio e saiba mais!
O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA
CONTEXTO E PROPOSTA
Maior festa popular brasileira, o Carnaval também foi diretamente afetado pela pandemia, que impediu, por dois anos consecutivos, a realização de blocos e desfiles nas ruas. É a partir desse cenário que o documentário constrói seu olhar, acompanhando o vazio deixado pela ausência da festa e, posteriormente, o processo de retomada. As filmagens começaram em 2021, registrando ruas desertas e a frustração dos foliões, e avançam até 2023, quando a celebração retorna com força, marcada por um sentimento coletivo de resistência e celebração da vida.
DEPOIMENTOS E PERSONAGENS
O longa reúne relatos de figuras centrais do Carnaval pernambucano, além de foliões anônimos, compondo um retrato plural sobre o significado da festa. Entre os depoimentos, a cantora Nena Queiroga relembra o impacto emocional da ausência do Carnaval: “quando percebi que não ia ter carnaval, fiquei dois dias de cama”.

Também participam nomes como Fernando Zacarias, Lúcio Vieira da Silva, Carlos da Burra e Spok, todos diretamente ligados à tradição do frevo e aos blocos históricos da região. O filme também incorpora memórias afetivas, como o relato de Rudá Rocha, que associa a retomada do Carnaval à homenagem ao pai, figura importante da cultura local.
RECONHECIMENTO E PRODUÇÃO
Exibida em festivais como o Cine PE, no qual ganhou o prêmio de Melhor Trilha Sonora, assinada por Diogo Felipe, e no In-Edit Brasil, a produção conta com patrocínio do BNDES e distribuição da Lira Filmes, reforçando o investimento em obras voltadas à cultura popular brasileira.
PRÉ-ESTREIAS
Na quinta-feira, 23 de abril, o filme será exibido no Cine Belas Artes, em São Paulo, às 20h, em sessão com a presença dos diretores e da produtora Juliana Lira, mesma data em que o longa estreia comercialmente nos cinemas. Já no sábado, 25, o circuito chega ao Cine São Luiz, em Recife, com uma exibição especial que reunirá, além da equipe do filme, diversos entrevistados presentes na obra. Esta última sessão reforça o vínculo direto do documentário com o território retratado, celebrando o retorno da festa que é símbolo da identidade cultural pernambucana.
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