Neste domingo, 18, logo após a Temperatura Máxima, às 14:55, o Campeões de Bilheteria exibe Godzilla II: Rei dos Monstros (2019), sequência do longa lançado em 2014 que expandiu o chamado MonsterVerse da Warner Bros. Apostando em escala épica, múltiplas criaturas clássicas e uma mitologia mais ambiciosa, o filme buscou agradar aos fãs antigos da franquia, mas acabou gerando reações bastante divididas. Siga o fio e relembre os motivos!
CAMPEÕES DE BILHETERIA: GODZILLA 2
SINOPSE
No Campeões de Bilheteria, a agência Monarch descobre que diversos Titãs estão adormecidos ao redor do planeta. Quando o temível Rei Ghidorah desperta, Godzilla precisa enfrentar a maior ameaça de sua existência para restaurar o equilíbrio da Terra. Enquanto isso, humanos tentam controlar forças que ultrapassam qualquer limite conhecido, colocando o futuro do planeta em risco.

MAIS SOBRE
Dirigido por Michael Dougherty, o filme assumiu de vez a herança dos clássicos japoneses da franquia, trazendo pela primeira vez no cinema hollywoodiano o encontro entre Godzilla, Mothra, Rodan e Ghidorah. A trilha sonora de Bear McCreary reforçou essa conexão ao resgatar temas icônicos criados por Akira Ifukube, o que agradou especialmente aos fãs mais antigos.
RECEPÇAO
A proposta, no entanto, dividiu opiniões. Parte do público celebrou a presença constante dos monstros, as batalhas grandiosas e o respeito explícito ao legado da Toho, enquanto outra parcela apontou dificuldades na condução da narrativa e no desenvolvimento dos personagens humanos. Ainda assim, a recepção popular foi ligeiramente mais generosa do que a da crítica especializada: o filme registra 6/10 no IMDb e 2,9/5 no Letterboxd, números que indicam uma aceitação apenas razoável, impulsionada sobretudo pelo espetáculo visual.
Já a crítica se mostrou majoritariamente reticente. No Metacritic, Godzilla II: Rei dos Monstros soma 48/100, enquanto no Rotten Tomatoes alcança 42% de aprovação, refletindo avaliações mistas a negativas. A grade crítica do Papo de Cinema, que reúne opiniões de diversos críticos brasileiros, atribuiu ao longa nota 4,5/10.
Com orçamento estimado em cerca de US$ 170 milhões, o filme arrecadou aproximadamente US$ 387 milhões mundialmente – um resultado modesto para um blockbuster desse porte, mas suficiente para manter vivo o MonsterVerse e pavimentar o caminho para Godzilla vs. Kong (2021).
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