“Tyler Perry não trabalha na concepção do quão árdua foi a tarefa do Batalhão 6888, não realiza como essas mulheres fizeram o impossível e, o mais impressionante, na metade do tempo previsto. A direção de arte, os figurinos, as maquiagens e penteados, enfim, a cenografia toda é artificial, mais parecendo adequada a uma publicidade ambientada naquele tempo e espaço. Os uniformes não são desgastados, as personagens estão sempre impecavelmente vestidas, maquiadas, penteadas e adereçadas. E isso contribui à sensação de algo involuntariamente artificial. Mas, o grande problema de Batalhão 6888 é a abordagem de Perry, incapaz de desdobrar os temas e compreender que, além do racismo a ser denunciado, essas bravas mulheres sofreram sexismo”, afirmou o crítico Marcelo Müller em artigo para o Papo de Cinema. E acho que isso mais ou menos resume tudo, certo? Ah, detalhe: o filme concorreu no Oscar 2025 na categoria de Melhor Canção Original, com “The Journey”, de Diane Warren. Foi a décima sexta indicação da compositora (!), que perdeu, mais uma vez.
NOTA MÉDIA: 2,5 / 10
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