“O diretor estabelece em Misericórdia um cenário bastante corriqueiro, o preenche com informações e situações muito verossímeis, mas registra momentos pontuais como se eles fossem pequenas epifanias poéticas (…) Nesse microcosmo que flerta com o onírico, o pecado pode ser reconsiderado se houver a possibilidade de o amor prevalecer (…) O filme entrelaça constantemente essas disposições semelhantes (mas também singulares) dos personagens que giram em torno do protagonista”, conclui o articulista Marcelo Müller. Não por acaso, Misericórdia foi apontado como o melhor do ano pela revista Cahiers du Cinema, recebeu cinco indicações ao Prêmio Lumière e outras oito ao César – o “Oscar” francês. Exibido pela primeira vez no Brasil durante a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, teve première mundial durante o Festival de Cannes, competindo à Palma de Ouro.
NOTA MÉDIA: 8,6 / 10
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